terça-feira, 8 de outubro de 2013

Visita a Cordisburgo

No dia 1º de outubro de 2013,os sextos anos do Colégio São Paulo,foram visitar a cidade de Cordisburgo Minas Gerais. A chegada dos alunos foi as 9h,e a saída as 3h. Ao chegarem,os alunos foram visitar a Gruta do Maquiné,que é uma das mais belas do mundo.A gruta contém sete salões: 
1º salão:Vestúblo-
2º salão:Colunas-
3º salão:O trono-
4º salão:Salão do carneiro-
5º salão:Salão das Piscinas-
6º salão:Castelo das fadas
7º salão:Cemitério
Ela contém etalactite e estalagmite;é o berço da paleontologia brasileira e é um monumento natural.A gruta desce 18m de profundidade.Logo após,os alunos foram ao museu da gruta,onde continha várias informações sobre alguns animais que por alí passaram.Depois os alunos foram levados a um restaurante por perto e tiveram uma bela refeição.0
Depois de um de um bom almoço os alunos do Colégio São Paulo foram a um lugar com diversas estátuas de animais como Preguiça Gigante e o Tigre de Dente de Sabre.
Para completar a viagem,os alunos foram visitar a casa de Guimarães Rosa,que continha várias informaçõs sobre o autor.O museu foi inaugurado no dia 30 de setembro de 1971,para mostrar ao público,principalmente seus fãs,um pouco da história do autor.Lá,os alunos foram recebidos por alguns Miguilins,que são jovens de 10 a 25 anos especializados na história de Guimarães Rosa.Logo após os alunos foram embora levando junto tudo oque aprenderam.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Texto sobre Belo Horizonte

Belo Horizonte,é um município brasileiro e é a capital do estado de Minas Gerais.Tem uma área de aproximadamente 330 km².Possui uma geografia diversificada,com morros e baixadas e está a 716km de Brasília,a capital do Brasil.
Cercada pela cerra do curral,que lhe serve de moldura natural,e referência história,foi planejada e construída para ser a capital política e administrativa do estado mineiro.Sofreu um inesperado e acelerado crescimento
populacional,chegando a mais de 1 milhão de habitantes com quase 70 anos de fundação.Entre as décadas de 1930 e 1940,houve também o avanço da industrializaçãoalém de muitas construções de inspiração modernitas.
De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de geografia e estática)sua população é de aproximadamente 2 375 444 habitantes,sendo a sexta cidade mais populosa do país.
A cidade é mundialmente conhecida e exerce significativa influência nacional e internacional,seja do ponto de vista cultural,econômico ou político.Conta com importantes,monumentos,parques e museus,como o Museu de arte da Pampulha,o Museu de artes e ofícios,o Museu de ciências naturais da PUC minas,o Circuito cultural Praça da Liberdade,o Conjunto Arquitetônico da Pampulha,o Mercado central e a Savassi.Belo Horizonte,também é nacionalmente conhecida como a "capital do boteco".


Carta para um amigo contando sobre o livro de César Obeid

Belo Horizonte,1 de maio de 2013.
Querido tio,
Estou escrevendo esta carta para contar-lhe sobre um livro muito interessante que lí,chamado para ler,ver e ouvir..
Este livro fala sobre diversos assusntos,como a forma de comunicação do jovens que hoje em dia é a internet..Nela,os jovens podem escrever da forma que querem.Exemplo:ñ que significa não.
Estou contando essa parte do livro,porque foi ela que mais me interessou.No exemplo do livro,estava contando a história de 2 amigas que estavam conversando sobre o casamento de uma delas.Ao longo da conversa,percebi que elas estavam usando mais gírias,palavras abreviadas e escritas incorretamente,do que conversando.
Com esse livro,aprendi muito sobre como a maioria do jovens,estão hoje em dia.Eu recomendo a você o livro "Para ler,ver e ouvir" de César Obeid.
Um abraço,
Maria Eduarda..

Narrativa com um provérbio


Juliano, empresário de sucesso, foi à casa de um colega de trabalho para um jantar da empresa.

Juliano só pensava em dinheiro. Queria o tempo todo derrubar seus colegas da empresa a fim de pegar o cargo de diretor. Furtava... Roubava... Fazia de tudo para ganhar uma grana extra.

Na casa do colega, Juliano conversou, conversou, mas logo viu algo que reluzia muito. Imaginou que fosse ouro puro. Não sabia ele que não tinha nada de ouro. O colega de trabalho era cuidadoso e queria saber quem era confiável na empresa que trabalhava, por isso o repentino jantar, o objeto brilhoso... Ao pôr a mão no que despertara seus desejos de posse, "bam, bam, bam". Um alarme! Que infeliz frustração e perda... Não era ouro...

Provérbios

Lista de provérbios populares:

- Dai a César o que de César e a Deus o que de Deus.
- Quem com ferro fere, com ferro será ferido.
- Mais vale um pássaro na mão do que dois voando.
- A pressa é a inimiga da perfeição.
- Cavalo dado não se olha os dentes.
- A ocasião faz o ladrão.
- A mentira tem perna a perna curta.
- Quando um não quer, dois não brigam.
- Gato escaldado tem medo de água fria.
- Macaco velho não pula em galho seco.
- O boi engorda é com o olhar do dono.
- Criou fama e deitou na cama.
- A morte não chega de véspera.
- Antes calar que mal falar.
- Quem quer faz, quem não quer manda.
- Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.
- Cada cabeça, cada sentença.
- Cachorro que late não morde.
- Quem tem boca vai à Roma.
- Quem vê a barba do vizinho arder põe a sua de molho.
- Quem usa cuida.
- Deus ajuda quem cedo madruga.
- Caiu na rede é peixe.
- Casa de ferreiro, espeto de pau.
- O seguro morreu de velho.
- Cada macaco no seu galho.
- Quem tudo quer nada tem.
- Devagar se vai ao longe.
- De grão em grão a galinha enche o papo.
- Errar é humano.
- Falar é fácil, fazer é que é difícil.
- Filho de peixe, peixinho é.
- Leite de vaca não mata bezerro.
- Nada como um dia depois do outro.
- Não há rosas sem espinhos.
- Não se faz uma omelete sem quebrar os ovos.
- Nunca digas que desta água não bebereis.
- O barato sai caro.
- Onde há fumaça, há fogo.
- Pela boca morre o peixe.
- Quem ama o feio, bonito lhe parece.
- Quem espera sempre alcança.

Biografia Cástor Castelle

  Foi como religioso que este espanhol, nascido na pequena cidade galega Puente Barjas, migrou para o Brasil, de navio, em 1957. Sua vinda a Belo Horizonte coincidiu com o golpe militar, ecoando o franquismo de seu país natal. “Cheguei numa data nefasta. Do Colégio Loyola, vi a movimentação dos tanques no grupo Pandiá Calógeras, que virou quartel general”, recorda.

Apaixonado pela vida oceânica, Cartelle largou seus primeiros diplomas, em letras e filosofia, para estudar biologia marinha, a partir da qual descobriu a ciência dos fósseis, então pouco difundida no Brasil, apesar do passado de grandes pesquisadores e do rico acervo a ser desbravado.

Obrigado a se virar com a parca bibliografia disponível, logo se empenhava na popularização da ciência, seja por meio de veículos de comunicação, museus ou livros.
Cástor Cartelle também contribuiu com o documentário “O Brasil da Pré-História - O Mistério do Poço Azul”, produção do canal National Geographic disponível no You Tube

Biografia Luís Câmara Cascudo

Queria saber a história de todas as cousas do campo e da cidade. Convivência dos humildes, sábios, analfabetos, sabedores dos segredos do Mar das Estrelas, dos morros silenciosos. Assombrações. Mistérios. Jamais abandonei o caminho que leva ao encantamento do passado. Pesquisas. Indagações. Confidências que hoje não têm preço."

Em entrevista ao jornal "A Província", Luís da Câmara Cascudo recriou a atmosfera da sua meninice, revelando os interesses que desde então o levariam a se tomar dos mais respeitáveis pesquisadores do folclore e da etnografia de nosso país.

Filho de um coronel e de uma dona de casa, de família abastada, Luís da Câmara Cascudo estudou no Externato Coração de Jesus, um colégio feminino dirigido por religiosas. Teve professores particulares e depois, por vontade do pai, transferiu-se para o Colégio Santo Antonio.

Durante a adolescência, teve fama de namorador, mas acabou apaixonando-se por uma moça de dezesseis anos, Dália, com quem se casou em 1929. Tiveram dois filhos, Fernando Luís e Ana Maria Cascudo.

Câmara Cascudo exerceu várias funções públicas, entre as quais professor, diretor de escola, secretário do Tribunal de Justiça e consultor jurídico do Estado. Como jornalista, assinou uma crônica diária no jornal "A República" e colaborou para vários outros órgãos de imprensa do Recife e de outras capitais.

Na política, foi divulgador da ideologia integralista (uma adaptação brasileira do fascismo), exercendo militância na imprensa. Em 1951 tornou-se professor de direito internacional público na Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Três anos mais tarde, lançou a sua obra mais importante como folclorista, o "Dicionário do Folclore Brasileiro", obra de referência no mundo inteiro. No campo da etnografia, publicou vários livros importantes como "Rede de Dormir", em 1959, "História da Alimentação no Brasil", em 1967, e "Nomes da Terra", em 1968. Publicou depois, entre outros, "Geografia dos Mitos Brasileiros", com o qual recebeu o prêmio João Ribeiro da Academia Brasileira de Letras.

Em 1965, Câmara Cascudo escreveu uma obra definitiva, "História do Rio Grande do Norte", coligindo pesquisa sobre sua terra natal, da qual jamais se desligou. Sua obra completa, densa e vastíssima, engloba mais de 150 volumes. O pesquisador trabalhou até seus últimos anos e foi agraciado com dezenas de honrarias e prêmios. Morreu aos 87 anos.