terça-feira, 8 de outubro de 2013

Visita a Cordisburgo

No dia 1º de outubro de 2013,os sextos anos do Colégio São Paulo,foram visitar a cidade de Cordisburgo Minas Gerais. A chegada dos alunos foi as 9h,e a saída as 3h. Ao chegarem,os alunos foram visitar a Gruta do Maquiné,que é uma das mais belas do mundo.A gruta contém sete salões: 
1º salão:Vestúblo-
2º salão:Colunas-
3º salão:O trono-
4º salão:Salão do carneiro-
5º salão:Salão das Piscinas-
6º salão:Castelo das fadas
7º salão:Cemitério
Ela contém etalactite e estalagmite;é o berço da paleontologia brasileira e é um monumento natural.A gruta desce 18m de profundidade.Logo após,os alunos foram ao museu da gruta,onde continha várias informações sobre alguns animais que por alí passaram.Depois os alunos foram levados a um restaurante por perto e tiveram uma bela refeição.0
Depois de um de um bom almoço os alunos do Colégio São Paulo foram a um lugar com diversas estátuas de animais como Preguiça Gigante e o Tigre de Dente de Sabre.
Para completar a viagem,os alunos foram visitar a casa de Guimarães Rosa,que continha várias informaçõs sobre o autor.O museu foi inaugurado no dia 30 de setembro de 1971,para mostrar ao público,principalmente seus fãs,um pouco da história do autor.Lá,os alunos foram recebidos por alguns Miguilins,que são jovens de 10 a 25 anos especializados na história de Guimarães Rosa.Logo após os alunos foram embora levando junto tudo oque aprenderam.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Texto sobre Belo Horizonte

Belo Horizonte,é um município brasileiro e é a capital do estado de Minas Gerais.Tem uma área de aproximadamente 330 km².Possui uma geografia diversificada,com morros e baixadas e está a 716km de Brasília,a capital do Brasil.
Cercada pela cerra do curral,que lhe serve de moldura natural,e referência história,foi planejada e construída para ser a capital política e administrativa do estado mineiro.Sofreu um inesperado e acelerado crescimento
populacional,chegando a mais de 1 milhão de habitantes com quase 70 anos de fundação.Entre as décadas de 1930 e 1940,houve também o avanço da industrializaçãoalém de muitas construções de inspiração modernitas.
De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de geografia e estática)sua população é de aproximadamente 2 375 444 habitantes,sendo a sexta cidade mais populosa do país.
A cidade é mundialmente conhecida e exerce significativa influência nacional e internacional,seja do ponto de vista cultural,econômico ou político.Conta com importantes,monumentos,parques e museus,como o Museu de arte da Pampulha,o Museu de artes e ofícios,o Museu de ciências naturais da PUC minas,o Circuito cultural Praça da Liberdade,o Conjunto Arquitetônico da Pampulha,o Mercado central e a Savassi.Belo Horizonte,também é nacionalmente conhecida como a "capital do boteco".


Carta para um amigo contando sobre o livro de César Obeid

Belo Horizonte,1 de maio de 2013.
Querido tio,
Estou escrevendo esta carta para contar-lhe sobre um livro muito interessante que lí,chamado para ler,ver e ouvir..
Este livro fala sobre diversos assusntos,como a forma de comunicação do jovens que hoje em dia é a internet..Nela,os jovens podem escrever da forma que querem.Exemplo:ñ que significa não.
Estou contando essa parte do livro,porque foi ela que mais me interessou.No exemplo do livro,estava contando a história de 2 amigas que estavam conversando sobre o casamento de uma delas.Ao longo da conversa,percebi que elas estavam usando mais gírias,palavras abreviadas e escritas incorretamente,do que conversando.
Com esse livro,aprendi muito sobre como a maioria do jovens,estão hoje em dia.Eu recomendo a você o livro "Para ler,ver e ouvir" de César Obeid.
Um abraço,
Maria Eduarda..

Narrativa com um provérbio


Juliano, empresário de sucesso, foi à casa de um colega de trabalho para um jantar da empresa.

Juliano só pensava em dinheiro. Queria o tempo todo derrubar seus colegas da empresa a fim de pegar o cargo de diretor. Furtava... Roubava... Fazia de tudo para ganhar uma grana extra.

Na casa do colega, Juliano conversou, conversou, mas logo viu algo que reluzia muito. Imaginou que fosse ouro puro. Não sabia ele que não tinha nada de ouro. O colega de trabalho era cuidadoso e queria saber quem era confiável na empresa que trabalhava, por isso o repentino jantar, o objeto brilhoso... Ao pôr a mão no que despertara seus desejos de posse, "bam, bam, bam". Um alarme! Que infeliz frustração e perda... Não era ouro...

Provérbios

Lista de provérbios populares:

- Dai a César o que de César e a Deus o que de Deus.
- Quem com ferro fere, com ferro será ferido.
- Mais vale um pássaro na mão do que dois voando.
- A pressa é a inimiga da perfeição.
- Cavalo dado não se olha os dentes.
- A ocasião faz o ladrão.
- A mentira tem perna a perna curta.
- Quando um não quer, dois não brigam.
- Gato escaldado tem medo de água fria.
- Macaco velho não pula em galho seco.
- O boi engorda é com o olhar do dono.
- Criou fama e deitou na cama.
- A morte não chega de véspera.
- Antes calar que mal falar.
- Quem quer faz, quem não quer manda.
- Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.
- Cada cabeça, cada sentença.
- Cachorro que late não morde.
- Quem tem boca vai à Roma.
- Quem vê a barba do vizinho arder põe a sua de molho.
- Quem usa cuida.
- Deus ajuda quem cedo madruga.
- Caiu na rede é peixe.
- Casa de ferreiro, espeto de pau.
- O seguro morreu de velho.
- Cada macaco no seu galho.
- Quem tudo quer nada tem.
- Devagar se vai ao longe.
- De grão em grão a galinha enche o papo.
- Errar é humano.
- Falar é fácil, fazer é que é difícil.
- Filho de peixe, peixinho é.
- Leite de vaca não mata bezerro.
- Nada como um dia depois do outro.
- Não há rosas sem espinhos.
- Não se faz uma omelete sem quebrar os ovos.
- Nunca digas que desta água não bebereis.
- O barato sai caro.
- Onde há fumaça, há fogo.
- Pela boca morre o peixe.
- Quem ama o feio, bonito lhe parece.
- Quem espera sempre alcança.

Biografia Cástor Castelle

  Foi como religioso que este espanhol, nascido na pequena cidade galega Puente Barjas, migrou para o Brasil, de navio, em 1957. Sua vinda a Belo Horizonte coincidiu com o golpe militar, ecoando o franquismo de seu país natal. “Cheguei numa data nefasta. Do Colégio Loyola, vi a movimentação dos tanques no grupo Pandiá Calógeras, que virou quartel general”, recorda.

Apaixonado pela vida oceânica, Cartelle largou seus primeiros diplomas, em letras e filosofia, para estudar biologia marinha, a partir da qual descobriu a ciência dos fósseis, então pouco difundida no Brasil, apesar do passado de grandes pesquisadores e do rico acervo a ser desbravado.

Obrigado a se virar com a parca bibliografia disponível, logo se empenhava na popularização da ciência, seja por meio de veículos de comunicação, museus ou livros.
Cástor Cartelle também contribuiu com o documentário “O Brasil da Pré-História - O Mistério do Poço Azul”, produção do canal National Geographic disponível no You Tube

Biografia Luís Câmara Cascudo

Queria saber a história de todas as cousas do campo e da cidade. Convivência dos humildes, sábios, analfabetos, sabedores dos segredos do Mar das Estrelas, dos morros silenciosos. Assombrações. Mistérios. Jamais abandonei o caminho que leva ao encantamento do passado. Pesquisas. Indagações. Confidências que hoje não têm preço."

Em entrevista ao jornal "A Província", Luís da Câmara Cascudo recriou a atmosfera da sua meninice, revelando os interesses que desde então o levariam a se tomar dos mais respeitáveis pesquisadores do folclore e da etnografia de nosso país.

Filho de um coronel e de uma dona de casa, de família abastada, Luís da Câmara Cascudo estudou no Externato Coração de Jesus, um colégio feminino dirigido por religiosas. Teve professores particulares e depois, por vontade do pai, transferiu-se para o Colégio Santo Antonio.

Durante a adolescência, teve fama de namorador, mas acabou apaixonando-se por uma moça de dezesseis anos, Dália, com quem se casou em 1929. Tiveram dois filhos, Fernando Luís e Ana Maria Cascudo.

Câmara Cascudo exerceu várias funções públicas, entre as quais professor, diretor de escola, secretário do Tribunal de Justiça e consultor jurídico do Estado. Como jornalista, assinou uma crônica diária no jornal "A República" e colaborou para vários outros órgãos de imprensa do Recife e de outras capitais.

Na política, foi divulgador da ideologia integralista (uma adaptação brasileira do fascismo), exercendo militância na imprensa. Em 1951 tornou-se professor de direito internacional público na Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Três anos mais tarde, lançou a sua obra mais importante como folclorista, o "Dicionário do Folclore Brasileiro", obra de referência no mundo inteiro. No campo da etnografia, publicou vários livros importantes como "Rede de Dormir", em 1959, "História da Alimentação no Brasil", em 1967, e "Nomes da Terra", em 1968. Publicou depois, entre outros, "Geografia dos Mitos Brasileiros", com o qual recebeu o prêmio João Ribeiro da Academia Brasileira de Letras.

Em 1965, Câmara Cascudo escreveu uma obra definitiva, "História do Rio Grande do Norte", coligindo pesquisa sobre sua terra natal, da qual jamais se desligou. Sua obra completa, densa e vastíssima, engloba mais de 150 volumes. O pesquisador trabalhou até seus últimos anos e foi agraciado com dezenas de honrarias e prêmios. Morreu aos 87 anos.

biografia Wagner Costa


Wagner Costa nasceu em São Paulo, em 1950, é jornalista, e durante muito tempo atuou como repórter policial em grandes jornais diários de São Paulo. Atualmente, como escritor, percorre escolas em todo o Brasil, proferindo palestras, conversando com alunos e professores. Diz: "Escrevo porque acredito naquilo que acontece quando a palavra se aninha no coração e na consciência das pessoas. Minha literatura nasce de/para crianças, adolescentes, aborrecentes".

Biografia Victor Hugo


Victor Hugo, autor de "Os miseráveis" e "O Corcunda de Notre Dame", entre outros, era filho de Joseph Hugo e de Sophie Trébuchet. Nasceu em Besançon, mas passou a infância em Paris.

Em 1819 fundou, com os seus irmãos, uma revista, o "Conservateur Littéraire" (Conservador Literário) e no mesmo ano ganhou o concurso da Académie des Jeux Floraux, instituição literária francesa fundada no século 14.

Aos 20 anos publicou uma reunião de poemas, "Odes e Poesias Diversas", mas foi o prefácio de sua peça teatral "Cromwell" que o projetou como líder do movimento romântico na França.

Victor Hugo casou-se com Adèle Foucher e durante a vida teve diversas amantes, sendo a mais famosa Juliette Drouet, atriz sem talento, a quem ele escreveu numerosos poemas.

O período 1829-1843 foi o mais produtivo da carreira do escritor. Seu grande romance histórico, "Notre Dame de Paris" - mundialmente conhecido como "O Corcunda de Notre Dame" - (1831), o conduziu à nomeação de membro da Academia Francesa, em 1841.

Criado no espírito da monarquia, o escritor acabou se tornado favorável a uma democracia liberal e humanitária. Eleito deputado da Segunda República, em 1848, apoiou a candidatura do príncipe Luís Napoleão, mas se exilou após o golpe de Estado que este deu em dezembro de 1851, tornando-se imperador. Hugo condenou-o vigorosamente por razões morais em "Histoire d'un Crime".

Durante o Segundo Império, em oposição a Napoleão 3o, viveu em exílio em Jersey, Guernsey e Bruxelas. Foi um dos poucos a recusar a anistia decidida algum tempo depois.

A morte da sua filha, Leopoldina, afogada por acidente no Sena, junto com o marido, fez com que o escritor se deixasse levar por experiências espíritas relatadas numa obra "Les Tables Tournantes de Jersey" (As Mesas Moventes de Jersey).

A partir de 1849, Victor Hugo dedicou sua obra à política, à religião e à filosofia humana e social. Reformista, desejava mudar a sociedade mas não mudar de sociedade. Em 1870 Hugo retornou a França e reatou sua carreira política. Foi eleito primeiro para a Assembléia Nacional, e mais tarde para o Senado. Não aderiu à Comuna de Paris mas defendeu a anistia aos seus integrantes.

Biografia Vinícius de Moraes

Marcus Vinícius da Cruz de Melo Moraes nasceu em 19 de Outubro de 1913, na cidade do Rio de Janeiro – RJ, e pertenceu à segunda geração do Modernismo no Brasil. Era filho de Clodoaldo Pereira da Silva Moraes, funcionário da prefeitura, poeta, violonista amador, e de Lídia Cruz de Moraes, pianista também amadora.
Viveu toda a sua infância no Rio, tendo nascido no bairro da Gávea, aos três anos se mudou para Botafogo para morar com os avós e estudar na Escola Primaria Afrânio Peixoto. Foi também na sua infância que escreveu seus primeiros versos. Em 1924 entrou para o Colégio Santo Inácio, em Botafogo, onde cantava no coro da igreja e montava pecinhas de teatro.
Em 1929 concluiu o curso ginasial e a família retornou para a Gávea. Nesse mesmo ano ingressou na Faculdade de Direito do Catête e se formou em Direito em 1933, ano em que publicou “O Caminho para a Distância”, seu primeiro livro de poesia
Em 1935, recebeu o prêmio Filipe d’Oliveira pelo livro Em 1935, seu livro Forma e exegese. Em 1936, empregou-se como censor cinematográfico, representando o Ministério da Educação e Saúde. Dois anos depois, em 1938, ganhou bolsa do Conselho Britânico para estudar língua e literatura inglesas na Universidade de Oxford, e nesse ano publicou os Novos poemas. Com o inicio da Segunda Guerra Mundial, retornou ao Rio de Janeiro.
Nos anos seguintes publicou ainda muitos poemas e ficou conhecido como um dos poetas brasileiros que mais conseguiu traduzir em palavras o sentimento do amor, tornando-se assim um dos poetas mais populares da Literatura Brasileira. Atuou também no campo musical, fazendo parceria com cantores e compositores brasileiros, e por fim tornou-se também cronista. Produziu os sonetos mais conhecidos da Literatura Brasileira, e escreveu ainda alguns poemas infantis em meados de 1970.
Vinícius de Moraes Faleceu no Rio de Janeiro, no dia 09 de Setembro de 1980.

Biografia Carlos Drummond


Carlos Drummond de Andrade
 nasceu em Itabira do Mato Dentro - MG, em 31 de outubro de 1902. De uma família de fazendeiros em decadência, estudou na cidade de Belo Horizonte e com os jesuítas no Colégio Anchieta de Nova Friburgo RJ, de onde foi expulso por "insubordinação mental". De novo em Belo Horizonte, começou a carreira de escritor como colaborador do Diário de Minas, que aglutinava os adeptos locais do incipiente movimento modernista mineiro.

Ante a insistência familiar para que obtivesse um diploma, formou-se em farmácia na cidade de Ouro Preto em 1925. Fundou com outros escritores A Revista, que, apesar da vida breve, foi importante veículo de afirmação do modernismo em Minas. Ingressou no serviço público e, em 1934, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde foi chefe de gabinete de Gustavo Capanema, ministro da Educação, até 1945. Passou depois a trabalhar no Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e se aposentou em 1962. Desde 1954 colaborou como cronista no Correio da Manhã e, a partir do início de 1969, noJornal do Brasil.O modernismo não chega a ser dominante nem mesmo nos primeiros livros deDrummondAlguma poesia (1930) e Brejo das almas (1934), em que o poema-piada e a descontração sintática pareceriam revelar o contrário. A dominante é a individualidade do autor, poeta da ordem e da consolidação, ainda que sempre, e fecundamente, contraditórias. Torturado pelo passado, assombrado com o futuro, ele se detém num presente dilacerado por este e por aquele, testemunha lúcida de si mesmo e do transcurso dos homens, de um ponto de vista melancólico e cético. Mas, enquanto ironiza os costumes e a sociedade, asperamente satírico em seu amargor e desencanto, entrega-se com empenho e requinte construtivo à comunicação estética desse modo de ser e estar.

Vem daí o rigor, que beira a obsessão. O poeta trabalha sobretudo com o tempo, em sua cintilação cotidiana e subjetiva, no que destila do corrosivo. EmSentimento do mundo (1940), em José (1942) e sobretudo em A rosa do povo(1945), Drummond lançou-se ao encontro da história contemporânea e da experiência coletiva, participando, solidarizando-se social e politicamente, descobrindo na luta a explicitação de sua mais íntima apreensão para com a vida como um todo. A surpreendente sucessão de obras-primas, nesses livros, indica a plena maturidade do poeta, mantida sempre.

Várias obras do poeta foram traduzidas para o espanhol, inglês, francês, italiano, alemão, sueco, tcheco e outras línguas. Drummond foi seguramente, por muitas décadas, o poeta mais influente da literatura brasileira em seu tempo, tendo também publicado diversos livros em prosa.

Em mão contrária traduziu os seguintes autores estrangeiros: Balzac (Les Paysans, 1845; Os camponeses), Choderlos de Laclos (Les Liaisons dangereuses, 1782; As relações perigosas), Marcel Proust (La Fugitive, 1925; A fugitiva), García Lorca (Doña Rosita, la soltera o el lenguaje de las flores, 1935; Dona Rosita, a solteira), François Mauriac (Thérèse Desqueyroux, 1927; Uma gota de veneno) e Molière (Les Fourberies de Scapin, 1677; Artimanhas de Scapino).

Alvo de admiração irrestrita, tanto pela obra quanto pelo seu comportamento como escritor, Carlos Drummond de Andrade morreu no Rio de Janeiro RJ, no dia 17 de agosto de 1987, poucos dias após a morte de sua filha única, a cronista Maria Julieta Drummond de Andrade.


Biografia Ruth Rocha

 
Ruth Rocha nasceu em 1931 na cidade de São Paulo. Filha dos cariocas Álvaro de Faria Machado, médico, e Esther de Sampaio Machado, tem quatro irmãos, Rilda, Álvaro, Eliana e Alexandre. Teve uma infância alegre e repleta de livros e gibis. O bairro de Vila Mariana, onde morava, tinha nessa época muitas chácaras por onde Ruth passava, a caminho da escola - estudava no Colégio Bandeirantes. Mais tarde, terminou o Ensino Médio no Colégio Rio Branco.

É graduada em Sociologia e Política pela Universidade de São Paulo e pós-graduada em Orientação Educacional pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Casada com Eduardo Rocha, tem uma filha, Mariana e dois netos, Miguel e Pedro.

Durante 15 anos (de 1956 a 1972) foi orientadora educacional do Colégio Rio Branco, onde pôde conviver com os conflitos e as difíceis vivências infantis e com as mudanças do seu tempo. A liberação da mulher, as questões afetivas e de auto-estima foram sedimentando-se em sua formação.

Começou a escrever em 1967, para a revista Claudia, artigos sobre educação. Participou da criação da revista Recreio, da Editora Abril, onde teve suas primeiras histórias publicadas a partir de 1969. “Romeu e Julieta”, “Meu Amigo Ventinho”, “Catapimba e Sua Turma”, “O Dono da Bola”, “Teresinha e Gabriela” estão entre seus primeiros textos de ficção. Ainda na Abril, foi editora, redatora e diretora da Divisão de Infanto-Juvenis.

Publicou seu primeiro livro, “Palavras Muitas Palavras”, em 1976, e desde então já teve mais de 130 títulos publicados, entre livros de ficção, didáticos, paradidáticos e um dicionário. As histórias de Ruth Rocha estão espalhadas pelo mundo, traduzidas em mais de 25 idiomas.

Monteiro Lobato foi sua grande influência. Em sua obra, essa influência se traduz pelo seu interesse nos problemas sociais e políticos, na sua tendência ao humor e nas suas posições feministas.

Seu livro de forte conteúdo crítico, “Uma História de Rabos Presos”, foi lançado em 1989 no Congresso Nacional em Brasília, com a presença de grande número de parlamentares. Em 1988 e 1990 lançou na sede da Organização das Nações Unidas em Nova York seus livros “Declaração Universal dos Direitos Humanos” para crianças e “Azul e Lindo – Planeta Terra Nossa Casa”.

Participou durante seis anos do programa de televisão Gazeta Meio-Dia como membro fixo da mesa de debates.

Em 1998 foi condecorada pelo presidente Fernando Henrique Cardoso com a Comenda da Ordem do Mérito Cultural do Ministério da Cultura.

Ganhou os mais importantes prêmios brasileiros destinados à literatura infantil da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, da Câmara Brasileira do Livro, cinco Prêmios “Jabuti”, da Associação Paulista de Críticos de Arte e da Academia Brasileira de Letras, Prêmio João de Barro, da Prefeitura de Belo Horizonte, entre outros.

Seu livro mais conhecido é “Marcelo, Marmelo, Martelo”, que já vendeu mais de 1 milhão de cópias.

Em 2002 ganhou o prêmio Moinho Santista de Literatura Infantil, da Fundação Bunge. Também nesse ano foi escolhida como membro do PEN CLUB – Associação Mundial de Escritores no Rio de Janeiro.

Atualmente é membro do Conselho Curador da Fundação Padre Anchieta. 

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Biografia Chacal

Biografia Chacal

Poeta. Letrista. Agitador Cultural.
Filho de Marcial Galdino, ex-jogador do Fluminense.
Entre 1972 e 1973, morou em Londres e Lisboa.
Fez parte do grupo de poetas, músicos e artistas "Nuvem Cigana", com o qual montou diversos eventos de nome "Artimanhas", percorrendo circuitos alternativos e universidades na década de 1970.
Publicou vários livros de poesias e crônicas, entre eles: "Muito Prazer, Ricardo", 1971; "Preço da Passagem", 1972; "América", 1975; "Quampérius", 1977; "Olhos Vermelhos", 1979; "Nariz Anis", 1979; "Boca Roxa", 1979; "Expresso Voador e Tantas Coisas" (crônicas), 1982 e "Drops de Abril", em 1983.
Em 1977, formou-se em Comunicação pela UFRJ.
No ano de 1978, foi co-autor da peça "Aquela Coisa Toda", com Asdrúbal Trouxe o Trombone.
Em 1983, foi co-autor da peça "Recordações do Futuro", com o grupo Manhas e Manias.
No ano de 1987, publicou o livro "Comício de Tudo", no qual reuniu poesias e crônicas publicadas em vários jornais, como Folha de São Paulo, Jornal do Brasil e Correio Brasiliense.
Em 1996, editou a revista O Carioca, que trazia em seu conselho editorial Adriattigliani, Barrão, Fausto Fawcett e Waly Salomão. Em 25 de janeiro de 1999, foi lançado o nº 3 da revista.
Ao lado de Bruno Levinson foi um dos criadores do espaço CEP 20.000 (Centro de Experimentação Poética), no qual se apresentavam performers, bandas de rock e vanguardas em geral, além de sambistas, funkeiros e batedores de lata. Inicialmente o evento ocorria no Espaço cultural Sérgio Porto e posteriormente, em 2007, no Teatro do Jockey. Neste mesmo ano de 2007 lançou, pela Editora Cosac Naify, a coletânea de poemas "Belvedere", reunindo trabalhos publicados em 35 anos de carreira. O livro também foi acompanhado por uma edição facsímile do livro de poesias "Quampérius", publicado em 1977. Apresentou-se, também em 2007, em um festival de poesia lusofônica em Nova York.

Biografia Cesar Obeid

Biografia Cesar Obeid

Nascido na capital paulista em 1974, o premiado escritor, educador e contador de histórias César Obeid tem dedicado suas atividades à difusão da literatura infantojuvenil.  Realiza palestras, oficinas, workshops, participa de seminários, encontros com leitores e mesas de debate por todo o país. Instituições como SESC, SESI, casas de cultura, bibliotecas, empresas, escolas, faculdades, sindicatos de professores, secretarias estaduais e municipais de cultura e educação e feiras do livro recebem seu trabalho. 
Frequentemente escreve matérias e artigos para jornais e revistas, como também participa de gravações de programas de televisão e rádio sobre leitura, literatura, poesia e cultura popular. 
Em 2010 foi o escritor homenageado na cidade de Catanduva, no evento “Fazer Literário” produzido pelo Sesc. 

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Biografia-Marina Colasanti

Biografia Marina Colasanti

Marina Colasanti (Sant'Anna) nasceu em 26 de setembro de 1937, em Asmara (Eritréia), Etiópia. Viveu sua infância na Africa (Eritréia, Líbia). Depois seguiu para a Itália, onde morou 11 anos. Chegou ao Brasil em 1948, e sua família se radicou no Rio de Janeiro, onde reside desde então.
Possui nacionalidade brasileira e naturalidade italiana.Entre 1952 e 1956 estudou pintura com Catarina Baratelle; em 1958 já participava de vários salões de artes plásticas, como o III Salão de Arte Moderna. Nos anos seguintes, atuou como colaboradora de periódicos, apresentadora de televisão e roteirista.Ingressou no Jornal do Brasil em 1962, como redatora do Caderno B, desenvolveu as atividades de: cronista, colunista, ilustradora, sub-editora, Secretária de Texto. Foi também editora do Caderno Infantil do mesmo jornal. Participou do Suplemento do Livro com numerosas resenhas.No mesmo período editou o Segundo Tempo, do Jornal dos Sports. Deixou o JB em 1973.Assinou seções nas revistas: Senhor, Fatos & Fotos, Ele e Ela, Fairplay, Claudia e Jóia.Em 1976 ingressou na Editora Abril, na revista Nova da qual já era colaboradora, com a função de editora de comportamento.De fevereiro a julho de 1986 escreveu crônicas para a revista Manchete.Deixa a Editora Abril em 1992, como editora especial, após uma breve permanência na revista Claudia, tendo ganho três Prêmios Abril de Jornalismo.De maio de 1991 a abril de 1993 assinou crônicas semanais no Jornal do Brasil.De 1975 até 1982 foi redatora na agência publicitária Estrutural, tendo ganho mais de 20 prêmios nesta área.Atuou na televisão como entrevistadora de Sexo Indiscreto - TV Rio, ee entrevistadora de Olho por Olho - TV Tupi.Na televisão foi editora e apresentadora do noticiário Primeira Mão -TV Rio, 1974; apresentadora e redatora do programa cultural Os Mágicos -TVE, 1976; âncora do programa cinematográfico Sábado Forte -TVE, de 1985 a 1988; e âncora do programa patrocinado pelo Instituto Italiano de Cultura, Imagens da Itália- TVE, de 1992 a 1993.Em 1968, foi lançado seu primeiro livro, Eu Sozinha; desde então, publicou mais de 30 obras, entre literatura infantil e adulta. Seu primeiro livro de poesia, Cada Bicho seu Capricho, saiu em 1992. Em 1994 ganhou o Prêmio Jabuti de Poesia, por Rota de Colisão (1993), e o Prêmio Jabuti Infantil ou Juvenil, por Ana Z Aonde Vai Você?. Suas crônicas estão reunidas em vários livros, dentre os quais Eu Sei, mas não Devia (1992) que recebeu outro prêmio Jabuti, além de Rota de Colisão igualmente premiado.Publicou vários livros de contos, crônicas, poemas e histórias infantis. Dentre outros escreveu E por falar em amor; Contos de amor rasgados; Aqui entre nós, Intimidade pública, Eu sozinha, Zooilógico, A morada do ser, A nova mulher (que vendeu mais de 100.000 exemplares), Mulher daqui pra frente, O leopardo é um animal delicado, Gargantas abertas e os escritos para crianças Uma idéia toda azul e Doze reis e a moça do labirinto de vento. Colabora, atualmente, em revistas femininas e constantemente é convidada para cursos e palestras em todo o Brasil. É casada com o escritor e poeta Affonso Romano de Sant'Anna com quem teve duas filhas: Fabiana e Alessandra.Em suas obras, a autora reflete, a partir de fatos cotidianos, sobre a situação feminina, o amor, a arte, os problemas sociais brasileiros, sempre com aguçada sensibilidade.

segunda-feira, 11 de março de 2013

Objetivo do blog

Olá Bem-Vindos ao meu blog!
Me chamo Maria Eduarda e criei esse blog para mostrar a vocês todo o meu conhecimento sobre diversos assuntos!
By: Magia Das letras